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AGENDA

20 a 22 ABRIL 2016
Turin | Itália

53rd IFLA WORLD CONGRESS
“Tasting the Landscape”

9 MAIO 2016
São Paulo | SP
Na ABCP, das 14h às 19h

Seminário de capacitação em Pisos Permeáveis
ABAP e Bloco Brasil

Informações e inscrições: abap@abap.org.br

Estacionamento grátis

12 a 16 ABRIL 2016
São Paulo | SP

Feicon Batimat 2016
Informações

30 JUNHO 2016
São Paulo | SP
Das 8h30 às 17h

15° Conferência P+L e Mudanças Climáticas
Informações

14 ABRIL 2016
São Paulo | SP
Rua Araújo, 141
Das 8h30 às 12h30

Seminário de capacitação em Pisos Permeáveis
ABAP e Bloco Brasil
Informações e inscrições

15 e 16 JULHO 2016
Guimarães |Portugal

5ª conferência internacional da Rede Lusófona de Morfologia Urbana (PNUM)

Tema: 'Os Espaços da Morfologia Urbana'
Resumos até 15 de janeiro
http://pnum2016.weebly.com

25 a 29 JULHO 2016
Porto Alegre | RS

IV ENANPARQ

Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo

Chamada de sessões até 10/04

22 e 23 AGOSTO 2016
Salvador | BA

XI Colóquio Quapá-SEL
Informações

25 a 27 de AGOSTO 2016
Salvador | BA

13º ENEPEA
"Paisagismo Necessário | Verde Social"
Informações

SETEMBRO 2016
Data e local a confirmar

Congresso Internacional da ABAP 40 anos
"Cidade Acolhedora"

NOTAS

TRAGÉDIA DE MARIANA

A Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas (ABAP) divulgou no dia 6 de janeiro carta pronunciamento cobrando a divulgação das ações de contenção e de reparação dos danos socioambientais causados pelo rompimento da barragem de rejeitos do Fundão, no Distrito de Bento Rodrigues, no município de Mariana.

Clique aqui para fazer o download da íntegra da carta divulgada pela ABAP.

MULHERES

arquitetas invisiveisO coletivo “Arquitetas Invisíveis”, de Brasília, destacou 48 mulheres com trabalhos notáveis em Arquitetura e Urbanismo. Entre os trabalhos de paisagismo, destacam-se as atuações de Rosa Kliass, Lota de Macedo Soares e Kathryn Gustafson.
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NOVOS ASSOCIADOS

Alice Arruda Grostein Hawker (Austrália)
Andressa Bassani (SP)
Camila Gomes Sant’anna (DF)
Cristina Tokie Sannomiya Laiza (SP)
Eveline Tancredo Mussi (SC)
Fernanda Pinto e Silva Pereira de Almeida (SP)
Isabela Sollero Lemos (SP)
Isabelle Cury (RJ)
Karin Schwabe Meneguetti (PR)
Marcos Moraes de Sá (RJ)
Selma Nunes Resende Siqueira (SP)
Adriane de Oliveira Costa (MS) estudante
Michel Sakurai Cosme (MS) estudante

É PRAÇA OU PARQUE?


praça ou parque?Texto e fotos: Mateus Casimiro

Nos últimos três anos, na cidade de São Paulo, houve um aumento de solicitações para o enquadramento de praças públicas como parques públicos. Essas demandas foram requeridas pelas mais diversas origens, de entidades civis à Câmara Municipal. Houve casos de áreas verdes emblemáticas, como a Praça da Sé ou a Roosevelt, que não foram adiante, e casos que foram levados à cabo, como o novo Parque Tatuapé e a Praça do Pôr do Sol.

Ambos os casos apresentam conformação urbana semelhante, pois são áreas de pequena dimensão, sem presença de elementos naturais de relevância e com equipamentos já com uso público estabelecido. A questão que se coloca é: o que motivou a demanda de transformação dessas áreas em parques públicos?

As diferenças quanto a manutenção e segurança desses espaços podem ser as principais motivadoras para a conversão de praças e parques. Os solicitantes entenderem que, com previsão legal de parques, estas áreas estariam municiadas de melhores condições de gestão. Faz-se necessária a retomada da discussão acerca da gestão das praças. Recentemente foi instaurada a Lei de Nº 16.212, que "Dispõe sobre a gestão participativa das praças do município de São Paulo". Abre-se a possibilidade de haver uma inflexão sobre a mudança da política de criação e gestão dos espaços verdes, criando uma coerência quanto às características e aos usos condizentes com cada um dos espaços do Sistema de Áreas Verdes da cidade. Esse é um bom início para a discussão de uma carente reflexão acerca das praças públicas municipais.

Leia o texto completo


EXPEDIÇÕES BURLE MAX



A partir de série exibida no canal TV Brasil em 2014, foi lançado em DVD a série documental sobre as viagens de observação, pesquisa e coleta de plantas promovidas por Roberto Burle Marx pelos diversos ecossistemas brasileiros. José Tabacow e Oscar Bressane, colaboradores do paisagista, voltam a locais percorridos com ele e revelam a importância da observação da natureza na criação dos seus parques e jardins.

Cada episódio destaca uma faceta de Burle Marx: o colecionador incansável de plantas, o visionário do paisagismo como arte moderna, o botânico autodidata e um dos precursores da defesa do meio ambiente no Brasil.

Direção: João Vargas
Apresentação e consultoria: José Tabacow e Oscar Bressane
Produção: Camisa Listrada / Atelier de Cinema

OFICINA QUAPÁ-SEL SÃO PAULO



Texto: Guilherme Marinho

Com o objetivo de estudar e avaliar a paisagem e a estrutura morfológica da capital paulista sob quatro olhares (dos agentes produtores, da forma urbana, da legislação ambiental urbana e da estruturação de seu sistema de espaços livres), aconteceu entre os dias 1 e 3 de fevereiro, na FAUUSP, em São Paulo, a 2ª Oficina Quapá-SEL São Paulo.

Nas palestras, foram apresentados projetos e pesquisas em andamento. Denise Duarte falou sobre o impacto das vegetações nos microclimas urbanos de São Paulo; Luís Eduardo Brettas e Fábio Mariz Gonçalves sobre projetos recentes e planos regionais da Prefeitura de São Paulo; Ana Lúcia de Faria e Mateus Casimiro sobre parques da cidade. João Meyer e Reinaldo Fincatti trataram do comportamento das incorporações imobiliárias na RMSP. Fraya Frehse discorreu sobre a sociedade formada pelos moradores de rua, mais especificamente na Praça da Sé. Malu Refinetti falou sobre infraestrutura e recuperação ambiental em assentamentos precários em áreas de manancial e Conrado Souza e Rodrigo Neres fizeram um panorama sobre as linhas férreas da CPTM na região metropolitana de SP e seu papel na estruturação espacial da cidade.

Foram formados quatro grupos de trabalho com os participantes, divididos por temas. Cada um dos grupos analisou a cidade sob um aspecto e produziu um retrato da cidade, que depois foi exposto e discutido em conjunto. Apresentação final deu origem ao relatório da oficina.

OS ESPAÇOS COMPARTILHADOS DO MERCADO IMOBILIÁRIO



Texto: Gustavo Garrido, HUS Arquitetos

Para o edifício corporativo Berrini One, o desafio da equipe HUS Arquitetos, coordenada pelo arquiteto paisagista Gustavo Garrido, foi idealizar um projeto que fosse de rápida execução, sobre a laje onde futuramente surgirá uma nova torre, incorporando os arranques de pilares ao projeto paisagístico.

O espaço deveria integrar uma grande escultura, feita a partir de um tronco de árvore de cerca de seis metros de diâmetro, assim surgiu a ideia do Jardim das Esculturas, espaço nobre de acesso à torre, pensado como uma passarela ao longo dos arranques, que servissem como pedestais para as esculturas. Juntamente com o tronco das árvores, o conjunto se caracteriza como uma galeria de arte a céu aberto.

Como apoio, foram pensados espaços de estar com bancos e espreguiçadeiras, oferecendo um lugar agradável de contemplação. A equipe acredita que esses espaços podem reforçar a ideia de convivência compartilhada, de preferência integrando a calçada como espaço de convívio, moldando um estilo de vida pautado no exercício de convivência em comunidade.

Sócios colaboradores
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Pedras Bellas Artes
Edição

Edição do boletim eletrônico Paisagem Escrita 189: Francine Sakata
Revisão: Felipe Neres
Montagem e distribuição: Renato Carvalho - Soleil

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Paisagem Escrita é uma publicação da ABAP