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ELEIÇÕES NA ABAP

Os membros do corpo diretivo e dos conselhos eleitos pelos associados assumiram a Gestão 2015-2017 da Abap neste mês.

DIRETORIA:

  • Presidência: Jacobina (Nina) Albu Vaisman – SP
  • Vice-Presidência: Luciana Bongiovanni Martins Schenk – SP
  • Diretoria de Relações Institucionais: Rosilene Guedes de Souza – MG
  • Diretoria Financeira: Lígia Teresa Paludetto – SP
  • Diretoria Administrativa: Vera Regina Tângari – RJ
  • Diretoria Cultural: Eliane Guaraldo – MS
  • Diretoria de Comunicações: Bárbara Irene Wasinski Prado – MA

CONSELHO FISCAL:

  • Alessandro Filla Rosaneli – PR | Fábio Robba – SP
  • Patrícia Costa Pellizzaro – SC

CONSELHO CONSULTIVO (ex-presidentes):

  • Eduardo Henrique Faria Barra – RJ
  • Letícia Peret Antunes Hardt – PR
  • Luciano Fiaschi – SP

A assembleia, realizada na sede paulista da Abap, foi momento de reflexão e celebração. O árduo trabalho de Letícia Hardt e da diretoria da gestão 2013-2015 foi valioso e rende frutos.

SAUDAÇÕES

Queridos colegas,

É com muita alegria que assumo a tarefa de coordenar a Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas. O uso da palavra coordenar e não presidir é proposital. Explico: durante a pratica da profissão, desenhei, acompanhei e coordenei o meu escritório em projetos para atender a iniciativa privada, e poder publico. Sempre trabalhando em equipe. Coordenar é juntar os componentes de um grupo, e realizar um projeto bonito, em sintonia e harmonia, com todos os dados e todos componentes do trabalho. É o que sempre fiz na minha vida profissional.

Agradeço os mais de 88% dos votos recebidos por mim e as colegas desta nova diretoria. Convido todos os Abapianos, incluindo os 12% por cento faltantes a se sentirem inclusos e responsáveis pelo futuro da ABAP.

VAMOS juntos!

Nina Vaisman

Presidente da ABAP 2015-2017

TEMPO DE AGRADECIMENTO, MOMENTO DE COMPROMISSO


Passados dois anos da mensagem inicial da Gestão 2013-2015, esperamos que os direcionamentos da ABAP mencionados sob o título “Prováveis Perguntas e Possíveis Respostas” tenham sido minimamente adequados. Nesse contexto, é hora de agradecer a todos aqueles que – direta ou indiretamente – apoiaram as atividades desenvolvidas nesse interstício, possibilitando, ao corpo diretivo da associação, a realização de experiências altamente gratificantes em termos pessoais e associativos.

A existência de “inúmeras incertezas em tempos de profundas mudanças” são ainda mais significativas nos dias atuais. Assim, reforçamos o nosso compromisso – extensivo a todos os associados – com os novos diretores e conselheiros, com vistas à ampla colaboração para a concretização da missão da nossa entidade, reiterando os nossos votos de excelente gestão.

Letícia Peret Antunes Hardt

Presidente da ABAP 2013-2015

O DESCARTE DO PROJETO DO VALE DO ANHANGABAÚ

Foto: Cartão Postal, Roberto Stajano/ 1997

A prefeitura de São Paulo anunciou em agosto de 2015 um projeto novo para o Vale do Anhangabaú, que substituiria totalmente o projeto de Rosa Kliass e Jorge Wilheim, inaugurado em 1991. Descarta-se, sem cerimônia, uma obra que a Abap considera patrimônio da cidade.

A Abap, através do Núcleo SP, manifestou seu repúdio à proposta de substituição completa do projeto paisagístico do Vale do Anhangabaú com o seguinte texto: “O projeto do arquiteto Jorge Wilheim e da arquiteta paisagista Rosa Kliass foi vencedor de concurso público e desenvolvido com rara qualidade, tanto de projeto como de execução. Ao longo dos anos a municipalidade não fez a gestão e a manutenção que seriam desejáveis de forma constante. Os espelhos d´água há muitos anos não funcionam e não seria razoável trocá-los por outros. Outros espaços públicos da cidade têm carências imensas e, neste contexto, o descarte completo do projeto do Vale do Anhangabaú também não se justifica financeiramente. Antes de qualquer nova obra, pedimos que a prefeitura busque aproveitar o projeto existente dentro de um novo programa de gestão e animação. E que lhe dê a devida manutenção. “

A presidente da Abap, Nina Vaisman, e a coordenadora do Núcleo SP, Francine Sakata, foram recebidas por Gustavo Parquesani e Patricia Saran da SPU que explicaram o processo de projeto e de contratação e as dificuldades de manutenção do mosaico português especialmente por conta dos cabeamentos de infraestrutura sob o piso e do trânsito de caminhões para montagem de eventos. Ficou claro que foram desconsiderados a autoria do projeto público – que a SPU não reconhece – e o fato de ser vencedor de concurso público. O projeto paisagístico com seu desenho, pisos e demais elementos, que são bonitos de ver tanto debaixo (quando há manutenção) quanto do alto dos viadutos e edifícios, não foi enxergado.

PELA VALORIZAÇÃO DA PAISAGEM URBANA

Foto: sindarqpr.org.br

Considerando o histórico do processo de planejamento da capital paranaense, amplamente reconhecido como gerador de uma paisagem distintiva, e o atual teor da proposta da lei de revisão do seu Plano Diretor, organizado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC) e disponibilizado para contribuições pela Câmara Municipal, o Núcleo ABAP-PR apresentou oficialmente uma série de sugestões oficiais para que essa conquista seja preservada e adequadamente administrada.

Objetivando posicionar Curitiba nas discussões contemporâneas sobre arquitetura paisagística e planejamento urbano, partiu-se do entendimento de que a paisagem deveria ser o tema estruturante de todo o Plano Diretor. Pela sua compreensão como resultado da interação de todos e quaisquer componentes naturais e antrópicos sobre o território, envolvendo, assim, aspectos de variadas e complementares dimensões – histórica, ambiental, social, cultural e econômica, sobretudo –, foi enfatizada a sua potencialidade como conceito central do plano. Sob esta ótica, o documento final estaria assentado em parâmetros que, certamente, permitiriam melhores níveis de qualidade municipal e regional em todas as dimensões assinaladas.

Em síntese, foi sugerido que esse entendimento esteja mais presente e que permeie toda a estrutura do texto legal. Especificamente, foi proposto o destaque do Plano de Paisagem Urbana, sob a forma de Plano Especial, a fim de que se torne uma referência norteadora para os demais previstos e balizador da Política de Desenvolvimento Urbano de Curitiba.

Membros da Coordenadoria do Núcleo ABAP-PR

PARQUES DA SABESP EM SÃO PAULO

Foto: Francine Sakata/2015

Três parques foram abertos em São Paulo, pela Sabesp – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – no Butantã, na Móoca e em Cangaíba. As áreas já pertenciam à empresa e abrigam reservatórios. Os projetos e a obra são sofisticados, com passarelas metálicas, pergolados e pisos drenantes desenhados. Os projetos foram desenvolvidos pelo escritório Levisky Arquitetos com a colaboração de Fany Galender.

Sócios colaboradores
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Paisagem Escrita é uma publicação da ABAP