tel.: (11) 3675-7810
abap@abap.org.br

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Datas

27 e 28 ABRIL 2015
19h às 22h30
São Paulo SP

Seminário ABAP Arquitetura Paisagística em tempos de crise hídrica


Organizado pela Abap, com os maiores especialistas da atualidade em drenagem urbana, reuso, vegetação e mudanças climáticas.

Auditório Sinducon , Rua Dona Veridiana, 55, Higienópolis
19h às 22h30
Inscrições: Tel. 3675-7810 (à tarde) ou abap@abap.org.br
Investimento: R$ 260,00 (desconto de 50% para associados e estudantes)
Conta para depósito: Abap - Banco Santander Ag 3681 cc 13003105-9

07 A 15 JUNHO 2015
52nd IFLA WORLD CONGRESS

St. Petesburg, Russia

23 A 24 JUNHO 2015
X Colóquio QUAPÁ-SEL
Brasília/ DF

Evento científico aberto a pesquisadores que objetivem compreender os sistemas de espaços livres das cidades e metrópoles brasileiras, suas características, qualidades e potencialidades.
Organizado pela Rede Nacional de Pesquisa QUAPÁ-SEL, na UnB.

Informações: lapquapa@usp.br

BEM-VINDA

Personal Plantcare
A PERSONAL PLANTCARE, empresa de execução e manutenção de jardins de São Paulo, é a nova sócia-colaboradora da Abap. O foco de atuação da empresa são jardins pequenos e médios, residenciais ou comerciais, externos ou internos – incluindo varandas, coberturas, jardins em vasos, jardineiras e paredes, que sempre demandam máxima atenção. A Plantcare conta com engenheiro agrônomo para supervisionar as obras e equipes próprias de mão-de-obra especializada. O contato é Marcos Caleiro, pelo tel. (11) 2778 3481. O site da Plantcare é www.paisagismojardinagem.com.br

Nina Vaisman no Conselho Municipal de Política Urbana


Em março, os moradores da cidade de São Paulo elegeram os membros do CMPU (Conselho Municipal de Política Urbana) e, entre eles, Nina Vaisman, diretora da Abap. Este órgão colegiado visa debater a política urbana do município, discutir o Plano Diretor Estratégico e os Planos Regionais, acompanhar o planejamento e a política de desenvolvimento urbano entre muitos outros, ampliando a participação dos cidadãos nas decisões do poder público.

Aconteceu: 1º Passeio Ciclístico Abap


No sábado, 18, um pequeno grupo se reuniu em São Paulo para percorrer as laterais do Rio Pinheiros. “Ao menos as bicicletas estão se apropriando deste espaço tão significativo, mas é uma pena que não é um extenso parque, utilizado por todos”, disse Fabio Robba, organizador do evento.

Sessão técnica sobre irrigação

Regatec
Danny Braz, da Regatec, explicou na última Sessão técnica Gail-Abap, quais são as mais as recentes exigências de qualidade para projetos de irrigação. Entre as soluções apresentadas, destacou-se a técnica para irrigação de gramados por gotejamento, além dos novos bicos e controladores, muito mais eficientes. Mas a grande novidade é que os novos projetos têm sido feitos e implantados conjuntamente com a captação da água da chuva. A Regatec tem associado a irrigação a coletores, cisternas e controladores de umidade. Para mais informações, entre em contato com a Regatec.

Seminário Nacional ARQUITETURA PAISAGÍSTICA EM TEMPOS DE CRISE HÍDRICA



Toda crise exige da sociedade uma preparação e a mudança de paradigmas. É tempo de rever a forma tradicional de resolver a macro e a microdrenagem, de tratar a água, de lidar com os desperdícios, e mesmo de usar a vegetação nos jardins. Este é um conhecimento novo que Abap quer construir e disseminar.

Especialistas com diversos prêmios por seus trabalhos foram convidados para este curso em dois dias – 27 e 28 de abril. No dia 27, o engenheiro civil Aluisio Canholi é autor de «Drenagem Urbana e Controle de Enchentes» e discutirá conceitos de obras hidráulicas e novas medidas para a pensar a drenagem na cidades e Guilherme Castagna abordará a redução do consumo de água; o aproveitamento de fontes locais para abastecimento; a integração da chuva na paisagem com adoção da drenagem sustentável; e o tratamento diferenciado de águas servidas – exemplificando com projetos de seu portfolio.

No dia 28, Luiz Olimpio Costi discutirá eficiência energética em edificações e as possibilidades e dificuldades de diferentes sistemas para o reúso de água e o biólogo Marcos Buckeridge, que é responsável por pesquisas para compreender as respostas das plantas à disponibilidade de água e às mudanças climáticas globais, discutirá os princípios que arquitetos paisagistas devem ter incorporados para trabalhar a favor da vegetação.

O evento conta com o patrocínio do CAU/BR, Lao, Haiah, MMCité, Cerâmicas Atlas, BlocoBrasil e Regatec.

ARBORIZAÇÃO URBANA EM SÃO PAULO



Foi realizada em 09 de abril passado reunião ordinária com especialistas em questões ambientais e membros de diferentes órgãos e entidades na Câmara Municipal de São Paulo. A iniciativa foi promovida pela Frente Parlamentar pela Sustentabilidade, com o objetivo de discutir temas e proposições ligadas ao Plano Arbóreo de São Paulo. Acadêmicos e profissionais convidados apresentaram um amplo painel, abordando os mais variados parâmetros envolvidos nesta temática.

Stela Goldstein, diretora executiva da Associação Águas Claras do Rio Pinheiros, cobrou o estabelecimento de metas e ressaltou ainda que o problema não se assenta na falta de legislação, planos e instrumentos jurídicos relativos à área, mas na ausência de vontade política que permita a atuação efetiva dos setores competentes. Ivan Maglio, engenheiro e urbanista, revelou sua preocupação com as áreas de preservação ambiental e de mananciais da cidade e lamentou a ausência da figura dos Corredores Verdes na nova versão do documento. Paulo Pellegrino, professor doutor da FAUUSP e membro da ABAP, propôs ampliar o escopo da discussão: um plano não deve se limitar à seleção de espécies adequadas, condições de plantio ou fornecimento das mudas mas abordar a prestação de serviços ambientais e sociais que os diferentes espaços verdes urbanos que compõem a cidade podem fornecer.

Leia o texto na íntegra

Tese PLANEJAMENTO EM VARGEM GRANDE NO RIO DE JANEIRO



Rogerio Goldfeld Cardeman apresentou na UFRJ tese sobre o modelo adotado pelos diversos agentes que atuam no ambiente urbano e na transformação da paisagem, tendo como objeto a região de Vargem Grande, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. Desde a aprovação, em 2009, do Projeto de Estruturação Urbana – conhecido como PEU Vargens –, a área se tornou alvo investimentos privados e públicos, o que estimulou e acelerou a ocupação urbana sobre um frágil suporte urbano e paisagístico.

Neste cenário de transformação, a investigação foi direcionada especialmente sobre os movimentos e ações dos agentes do setor público, na configuração legislativa, e do setor privado – na figura de agentes e incorporadores imobiliários. Os impactos da ocupação sobre a região de Vargem Grande são verificados e discutidos por meio de simulações das ocupações, considerando-se o suporte geobiofísico, aspectos históricos e análise da paisagem. A expectativa é que as simulações deem suporte à proposição de diretrizes para uma ocupação menos invasiva e mais equilibrada nessa e em outras áreas em expansão da cidade.

Alternativas ao modelo vigente podem e devem ser pensadas e propostas. Título: “Transformação da paisagem em áreas de expansão urbana: Planejamento em Vargem Grande na cidade do Rio de Janeiro”.

UM PRELÚDIO PARA UM LEGADO


Em parceria com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU-RJ), a Presidência da ABAP tem a honra de prefaciar o livro organizado pelo Núcleo ABAP-RJ sob o título “A Vegetação Nativa no Planejamento e no Projeto Paisagístico”, atualmente no prelo.

Em seus diversos capítulos, os autores associados – atuais ou antigos ocupantes de cargos diretivos e consultivos da ABAP – contribuem substancialmente para o alcance de vários objetivos da associação. Assim é que, propugnando pelo aprofundamento do conhecimento na área, José Waldemar Tabacow versa sobre o mosaico vegetal como indicador de fragmentação paisagística. Com vistas ao escopo de produção de paisagens, Marcia Nogueira Batista discorre sobre a participação da vegetação nativa na composição de cenários urbanos, enquanto Vera Regina Tângari trata de planos urbanísticos de integração de áreas verdes e sistema de espaços livres. Em outra vertente, Eduardo Barra disserta sobre a composição formal e a organização funcional da vegetação nativa no projeto paisagístico. Desafios relacionados ao intento de configuração de padrões de qualidade ambiental encontram respaldo na visão de Monica Bahia Schlee, cujo enfoque é voltado a conceitos, práticas e desafios da resiliência da paisagem por meio da cobertura vegetal autóctone. Sob a égide da construção de pactos para a transformação paisagística, Jonathas Magalhães Pereira da Silva enfatiza o apoio da associação para a estruturação de premissas e critérios abrangentes. Sintetizando desdobramentos e perspectivas futuras, Lucia Maria Sá Antunes Costa reforça os pensamentos anteriores.

De forma sinérgica, as imprescindíveis contribuições dos autores colaboradores complementam o cotejamento dos objetivos da ABAP. Preocupados com a consolidação da consciência socioambiental, Leonardo Versieux, Ana Karenina de Morais e Bruno Rafael Morais de Macêdo, bem como Luiz Roberto Zamith Leal, expõem o potencial das espécies da caatinga e da restinga, respectivamente, para uso no planejamento paisagístico. Por fim, Ana Rosa de Oliveira comenta sobre paisagens de resistência, focando práticas de sustentabilidade e de conservação da biodiversidade.

Mais que uma comprovação de pleno envolvimento com a associação e que uma importante publicação na área, o livro, resultante de curso promovido pelo Núcleo RJ, representa um indiscutível legado para a ABAP e para a sociedade como um todo.

Letícia Peret Antunes Hardt
Presidente da ABAP

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Paisagem Escrita é uma publicação da ABAP