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181
Datas

05 DEZEMBRO 2014

Data limite para inscrição no Concurso do Parque do Mirante em Piracicaba

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08 DEZEMBRO 2014

Data limite para submissão de artigos no XVI ENAnpur, Encontro da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional, que acontecerá em Belo Horizonte, de 18 a 22 de maio de 2015

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25 a 27 MAR 2015
(data a confirmar)

Oficina Quapá SEL na UFMS
Campo Grande/ MS
Contato: arq.artes@gmail.com

07 A 15 JUNHO 2015
52nd IFLA WORLD CONGRESS

Data limite de envio de trabalhos 15/01/2015
Moscow e São Petesburgo, Rússia

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Aconteceu

INTEGRAÇÃO E FRAGMENTAÇÃO DA PAISAGEM



O Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS) realizou em São Paulo o 7º Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável (SBCS14), que teve como tema “Práticas de Hoje para a Construção do Amanhã”. O evento aconteceu dia 4 de novembro, no Teatro do Sesi-SP, na Av. Paulista.

O CBCS é uma organização que atua com o objetivo de gerar e disseminar conhecimento em boas práticas na construção civil e premissas de sustentabilidade no setor. Em busca de estimular o processo da implementação dessas premissas e ações, esta edição do evento procurou apontar tendências para o ambiente urbano e construído, além de discutir a relação entre os diversos agentes da cadeia da construção e o compartilhamento de responsabilidades no setor. Foram organizadas 3 sessões: • Mecanismos para desempenho e sustentabilidade das construções brasileiras. • Gestão de riscos e oportunidades na cadeia de suprimentos e no mercado imobiliário. • Gestão de recursos hídricos e energéticos sob efeito dos reflexos das mudanças do clima.

Os palestrantes foram: Vera Hachich, Maria Salette de Carvalho Weber, Carlos Borges, Vanderley M. John, Simone Cristina Ormieres, Fernando Tabet, Dan Epstein, Reginaldo Magalhães, Fabio Feldman, José Antonio Marengo Orsini, Monica Porto, Vicente Andreu Guillo, Márcio Venício Pilar Alcântara.

A Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira fez palestra de encerramento (em vídeo) sobre os desafios da sustentabilidade no setor da construção e considerações sobre a gestão dos recursos hídricos no país – “Gerenciar riscos e não crises”.

Texto: Elza Niero

INAUGURADO 3º TRECHO DO HIGH LINE



O High Line, parque linear urbano implantado em Nova Iorque a partir de 2006, é um dos espaços públicos mais visitados da cidade. Constituído graças à ação da Associação Amigos do High Line, formada em 1999 por empreiteiros e moradores do bairro, que, em 2003 realizaram um concurso internacional de ideias vencido por James Corner Field Operations (juntamente com o paisagista holandês Piet Oudolf) e Diller Scofidio + Renfro.

Em 21 de setembro de 2014 foi aberto ao público o último trecho do High Line Park, com 800 metros de extensão e acima do cruzamento da 10th Avenue com a West 12th Avenue. Após percorrer, em suas duas fases iniciais, 19 densas quadras dos bairros de Meatpacking District e Chelsea, o último trecho descortina de maneira surpreendente o Rio Hudson, e o parque agora totaliza 2,5km de extensão. Nas imediações, inúmeros projetos residenciais, corporativos e institucionais estão sendo construídos, com destaque para a nova sede do Whitney Museum, projeto de Renzo Piano, a ser inaugurada no início de 2015.

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COMPROVAÇÃO DO DESEMPENHO DOS PAVIMENTOS PERMEÁVEIS



Praticamente todas as administrações municipais brasileiras fazem exigências sobre áreas permeáveis a serem mantidas na ocupação do solo por edificações e pavimentos. E, sempre que se propõe o eventual revestimento dessas áreas com um pavimento permeável, o proponente passa invariavelmente pelo questionamento da quantidade de água que passa pelo piso projetado. Para projetistas, construtores e fornecedores de pavimentos permeáveis e mesmo para os técnicos das prefeituras, a questão é um dilema, dada a falta de subsídios para regulamentar a matéria

O ponto de partida da confusão é o conceito equivocado de que uma área, para que seja permeável, basta não ser pavimentada. Na realidade, a quantidade de água que passa por qualquer pavimento permeável é de 100%. A infiltração depende de outros fatores como os vazios da camada de base e a capacidade do solo.

O assunto merece regulamentação, motivo pelo qual foi instalada na ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas uma Comissão de Estudos para elaborar uma Norma Técnica de Projeto e Execução de Pavimentos Permeáveis, sejam eles capeados com peças pré-fabricadas ou com concreto moldado no local. A nova Norma - cuja entrada em vigor é estimada para o segundo semestre de 2015 - deve eliminar estes conflitos além de estimular também projetos de pavimentos para captação e reuso de água

A EmpresasCITY, mais novo sócio-colaborador da Abap, que fornece soluções para pavimentos permeáveis de concreto e asfalto, está à disposição dos associados para esclarecimentos técnicos.

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PARKLETS EM SÃO PAULO

Em setembro de 2014, a Praça Ouvidor Pacheco e Silva, localizada em frente ao prédio da histórica Faculdade de Direito do Largo São Francisco e o Largo do Paissandu receberam intervenções paisagísticas temporárias denominadas parklets.

Graças à campanha da ONG Instituto de Mobilidade Verde, e à parceria da prefeitura com um banco e uma construtora, foram criados parklets com previsão de duração de dois meses, desenhados com a colaboração da Metro Arqutitetos e da consultoria dinamarquesa Gehl Architects. As intervenções são consideradas piloto para testar soluções de mobilidade e de convivência social. Foram colocados à disposição da população: deck de madeira com diferentes níveis, uma grande mesa, cadeiras reclináveis de praia (como na ação piloto no Times Square em Nova York), guarda-sóis, cinema na praça, barracas de comidas e livre acesso a “wi-fi”. O local apresenta ainda uma agenda de atrações: “Pocket Shows”, feira gastronômica, cinema ao ar livre e karaokê.

A aluna de arquitetura Claudia Maria Fernandes, sob orientação da Profa. Francine Sakata, esteve diversas vezes no Largo São Francisco, antes e depois da intervenção conversando com os usuários que foram unânimes em elogiar a proposta. Os comerciantes locais se mostraram especialmente satisfeitos, relatando que as vendas aumentaram muito e torcendo pela permanência do parklet como foi concebido. Mas o recurso apontado pelos usuários como grande fator de atração é a conexão wi-fi de qualidade. Trabalhadores da região aproveitam a hora de almoço para descansar ao ar-livre usando seus smartphones.

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AO ENCONTRO DAS REIVINDICAÇÕES



A trigésima terceira edição do tradicional Encontro Nacional sobre Ensino de Arquitetura e Urbanismo, realizada no final de outubro de 2014 e promovida pela Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo (ABEA), teve sua mesa de abertura composta, dentre outros membros, por presidentes de entidades signatárias do Manifesto à Sociedade Brasileira, datado de 1998 e referência na luta pela criação do conselho próprio dos Arquitetos e Urbanistas.

O tema do encontro – Ensino de Arquitetura e Urbanismo: Teoria e Prática – balizou o pronunciamento da Presidência da ABAP, baseado nos dois pontos iniciais da Agenda do Colégio Brasileiro de Arquitetos e Urbanistas (CBA), atualmente sob sua coordenação, quais sejam: formação profissional plena, com adequada habilitação nas diversas áreas de atuação, e valorização da prática projetual e dos processos de planejamento nas distintas manifestações da Arquitetura e Urbanismo.

Em síntese, a Presidência da ABAP conclamou a todos para a devida reflexão sobre o ensino de Paisagismo nos cursos de Arquitetura e Urbanismo no Brasil, ponderando que, frente às diretrizes curriculares vigentes, não se pode mais admitir o tratamento dispensado a esse campo disciplinar, que, apesar de integrante do chamado Núcleo de Conhecimentos Profissionais, muitas vezes é considerado com descaso, a exemplo do seu enquadramento como “optativo” ou das suas inexpressivas cargas horárias em algumas instituições de ensino superior brasileiras. Reiterou, também, que não se pode mais aceitar que o processo formativo em projeto e planejamento de espaços construídos, abertos e seu conjunto – representado por cidades e regiões – os quais, em suma, produzem paisagens – construídas e naturais –, seja privado dos imprescindíveis ensinamentos nessa área de atuação do Arquiteto e Urbanista. Igualmente, alertou que não se pode continuar insistindo nos equívocos de interpretação da Arquitetura Paisagística como simples “jardinismo”, mas que, ao contrário, deve-se superar essa visão retrógrada e reducionista, assumindo a efetiva responsabilidade de Arquitetos e Urbanistas na construção e proteção de paisagens.

Letícia Peret Antunes Hardt
Presidente da ABAP

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Paisagem Escrita é uma publicação da ABAP